Quando você leva um livro em uma viagem, acontece uma coisa estranha: o livro começa a colecionar lembranças. Depois, basta abri-lo, e você já está de novo no lugar onde o leu. Tudo volta, já nas primeiras palavras: as imagens, os cheiros, o sorvete que você tomou enquanto lia... Acredite, os livros são como papel pega-moscas. Não existe nada melhor para grudar lembranças do que páginas impressas.
♥ ♥ ♥
Bichinhos de Jardim: Fuga das forças
14:02 A leitora 0 Comentários Categoria : Bichinhos de jardim , divirta-se , tirinhas
... Amo essas tirinhas ^ ^ Parabéns à autora!!
Fonte:http://bichinhosdejardim.com/
... Amo essas tirinhas ^ ^ Parabéns à autora!!
Fonte:http://bichinhosdejardim.com/
Revista Literatura Brasileira de Cordel: inteirinha para você !!!
17:44 A leitora 1 Comentários Categoria : Cordel , leitura , outros , Revista
Trago agora um post suuuper legal sobre cordel, ou melhor, uma revista inteira!! Isso mesmo (se você está na página inicial, clique em Leia mais, e depois em cima da imagem para ver bem grande) aprecie muitas informações sobre o cordel :) . Não esqueça de dizer o que achou ... eu adorei! E você?
Obs.: para mudar de página é só clicar nas setas que estão na lateral ;P
Trago agora um post suuuper legal sobre cordel, ou melhor, uma revista inteira!! Isso mesmo (se você está na página inicial, clique em Leia mais, e depois em cima da imagem para ver bem grande) aprecie muitas informações sobre o cordel :) . Não esqueça de dizer o que achou ... eu adorei! E você?
Obs.: para mudar de página é só clicar nas setas que estão na lateral ;P
Calvin & Haroldo - Tirinha #469
21:47 A leitora 0 Comentários Categoria :
Por isso: ESTUDE ;)
... E boas provas ^^
Fonte: Depósito do Calvin
Por isso: ESTUDE ;)
... E boas provas ^^
Fonte: Depósito do Calvin
A Breve Segunda Vida de Bree Tanner - 1º Capítulo
21:15 A leitora 2 Comentários Categoria : A Breve Segunda Vida de Bree Tanner , Crepúsculo , Hora da Leitura , leitura , twilight
Tenho estado um pouco ausente, por isso resolvi recompensá-los um pouquinho! o que acham de uma olhadinha em "A breve segunda vida de Bree Tanner" ? Acho que já deu para notar que eu gosto da saga né ?! Então, para quem ainda não leu, leia aqui no Aos leitores o 1º capítulo do livro *__* ... e quem já leu, faça um comentário (mas sem deixar spoliers hein?) ... aproveite!
Tenho estado um pouco ausente, por isso resolvi recompensá-los um pouquinho! o que acham de uma olhadinha em "A breve segunda vida de Bree Tanner" ? Acho que já deu para notar que eu gosto da saga né ?! Então, para quem ainda não leu, leia aqui no Aos leitores o 1º capítulo do livro *__* ... e quem já leu, faça um comentário (mas sem deixar spoliers hein?) ... aproveite!
Bichinhos de jardim: Femme
11:43 A leitora 0 Comentários Categoria : Bichinhos de jardim , divirta-se , tirinhas
Como todo Leitor que se preze, por mais atarefados que estejamos sempre encontramos um tempo para ler e, nessas horas, nada melhor que uma tirinha, principalmente ser for com a nossa querida Joana ;)

Ps.: Qualquer semelhança com a (
Fonte: Bichinhos de Jardim
Como todo Leitor que se preze, por mais atarefados que estejamos sempre encontramos um tempo para ler e, nessas horas, nada melhor que uma tirinha, principalmente ser for com a nossa querida Joana ;)

Ps.: Qualquer semelhança com a (
Fonte: Bichinhos de Jardim
Para saber mais sobre Cordel
21:13 A leitora 0 Comentários Categoria : Cordel
Encontrei mais algumas informações bem legais sobre Cordel, no site Educar para crescer, eis alguns dos itens que vocês podem encontrar lá:
Normalmente impresso em livretos de oito, 16 ou 32 páginas, com dimensões que não costumam ultrapassar as da palma da mão, o cordel pode ser encontrado sobretudo no Nordeste, em feiras de grandes capitais (como a de São Cristóvão, no Rio de Janeiro) e em lojas especializadas em produtos nordestinos.
Diferentemente de outras formas de literatura, o cordel é derivado da tradição oral. Isto é, surge da fala comum das pessoas, e também das histórias como contadas por elas, e não como fixadas no papel. "Onde quer que existam populações que não sabem ler nem escrever, existirá poesia oral, conto oral, narrativa oral, porque as pessoas não acham que o analfabetismo pode impedi-las de praticar a poesia e a narrativa. A literatura nasceu oral e foi assim durante milênios. Quando a Ilíada e a Odisseia foram transpostas pela primeira vez para o papel, já tinham séculos de idade", afirma o escritor Braulio Tavares.
A origem dos cordéis são as cantigas dos trovadores medievais, que comentavam as notícias da época usando versos, que eles próprios cantavam, frequentemente de forma cômica. "Por volta do século 16, ela era praticada na península Ibérica por meio dos trovadores, que recitavam louvações e galanteios para agradar aos poderosos", diz Gonçalo Ferreira da Silva, presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. Com o tempo, tais artistas começaram a registrar suas falas em folhas soltas, conhecidas em Portugal como "volantes", e prendê-las em torno do corpo em barbantes para que as recitassem e, ao mesmo tempo, garantissem as mãos livres para os movimentos.
O verbete "cordel" apareceu apenas em 1881, registrado no dicionário português Caldas Aulete. Era sinônimo de publicação de baixo valor e prestígio, como as que na época eram vendidas penduradas em cordões na porta das livrarias - esses "varais" de literatura logo caíram em desuso, mas o nome prevaleceu. A tradição chegou ao Nordeste do Brasil com os colonizadores portugueses e, ao longo dos séculos, adquiriu características próprias. A forma definitiva, com os livretos, têm pouco mais de 100 anos. Tudo graças a algumas prensas velhas de jornal.
Folheteiro: intérprete, sujeito que canta os cordéis nas feiras e praças com o intuito de atrair público e estimular a venda.
Peleja: também conhecida por desafio, é o duelo poético oral entre cordelistas, eventualmente reproduzido em folhetos.
Romance: cordel tradicional que narra disputas entre o bem e o mal em anedotas, contos de fadas, causos de amor e aventura.
Sextilha: consagrada entre os poetas nacionais, é a estrofe de seis versos com sete sílabas (o segundo, o quarto e o sexto versos rimam entre si).
Xilogravura: imagem que ilustra a capa dos livretos brasileiros, obtida do relevo da madeira talhada.
Encontrei mais algumas informações bem legais sobre Cordel, no site Educar para crescer, eis alguns dos itens que vocês podem encontrar lá:
Normalmente impresso em livretos de oito, 16 ou 32 páginas, com dimensões que não costumam ultrapassar as da palma da mão, o cordel pode ser encontrado sobretudo no Nordeste, em feiras de grandes capitais (como a de São Cristóvão, no Rio de Janeiro) e em lojas especializadas em produtos nordestinos.
Diferentemente de outras formas de literatura, o cordel é derivado da tradição oral. Isto é, surge da fala comum das pessoas, e também das histórias como contadas por elas, e não como fixadas no papel. "Onde quer que existam populações que não sabem ler nem escrever, existirá poesia oral, conto oral, narrativa oral, porque as pessoas não acham que o analfabetismo pode impedi-las de praticar a poesia e a narrativa. A literatura nasceu oral e foi assim durante milênios. Quando a Ilíada e a Odisseia foram transpostas pela primeira vez para o papel, já tinham séculos de idade", afirma o escritor Braulio Tavares.
A origem dos cordéis são as cantigas dos trovadores medievais, que comentavam as notícias da época usando versos, que eles próprios cantavam, frequentemente de forma cômica. "Por volta do século 16, ela era praticada na península Ibérica por meio dos trovadores, que recitavam louvações e galanteios para agradar aos poderosos", diz Gonçalo Ferreira da Silva, presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. Com o tempo, tais artistas começaram a registrar suas falas em folhas soltas, conhecidas em Portugal como "volantes", e prendê-las em torno do corpo em barbantes para que as recitassem e, ao mesmo tempo, garantissem as mãos livres para os movimentos.
O verbete "cordel" apareceu apenas em 1881, registrado no dicionário português Caldas Aulete. Era sinônimo de publicação de baixo valor e prestígio, como as que na época eram vendidas penduradas em cordões na porta das livrarias - esses "varais" de literatura logo caíram em desuso, mas o nome prevaleceu. A tradição chegou ao Nordeste do Brasil com os colonizadores portugueses e, ao longo dos séculos, adquiriu características próprias. A forma definitiva, com os livretos, têm pouco mais de 100 anos. Tudo graças a algumas prensas velhas de jornal.
Folheteiro: intérprete, sujeito que canta os cordéis nas feiras e praças com o intuito de atrair público e estimular a venda.
Peleja: também conhecida por desafio, é o duelo poético oral entre cordelistas, eventualmente reproduzido em folhetos.
Romance: cordel tradicional que narra disputas entre o bem e o mal em anedotas, contos de fadas, causos de amor e aventura.
Sextilha: consagrada entre os poetas nacionais, é a estrofe de seis versos com sete sílabas (o segundo, o quarto e o sexto versos rimam entre si).
Xilogravura: imagem que ilustra a capa dos livretos brasileiros, obtida do relevo da madeira talhada.
Bichinhos de Jardim - Capítulo 2: A crise
12:17 A leitora 1 Comentários Categoria :
... Enquanto isso no Jardim ...

Quem aí ficou com dó do caramelo? o/
... E quem pede bis? \o/ \o/ Eu quero mais um, se você também quer, (
Fonte: Bichinhos de Jardim
... Enquanto isso no Jardim ...

Quem aí ficou com dó do caramelo? o/
... E quem pede bis? \o/ \o/ Eu quero mais um, se você também quer, (
Fonte: Bichinhos de Jardim